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Vídeo inicial – Disciplina Seminário de desenvolvimento de tese

Vídeo Aula 1 – Apresentação Disciplina

Profa. Dra. Jackeline Lima Farbiarz

Programa de Pós-graduação em Design

PUC-Rio

 

Por que Contar Histórias? Seminario Grupo B

Por que contar histórias – ARTIGO

“Por que contar histórias?”. Entendendo que o ato de narrar não só é uma característica inerente ao ser humano, mas também universal a todas as civilizações, os integrantes do grupo decidiram abordar este
tema de interesse comum.

Nesse sentido, adotando a proposta de construir uma “colcha de retalhos”, decidiu-se produzir material que fosse dotado de uma temática unificadora, mas baseado em pontos de vistas diferentes.
Assim, quatro autores foram selecionados para promoverem um diálogo acerca da discussão sobre a narrativa. As vozes de Paul Ricoeur, Christopher Vogler, Jean-François Lyotard e Walter Benjamin foram articuladas a fim de demonstrar as divergências e semelhanças entre as posturas de cada uma de suas considerações.

A partir desse diálogo, foi construída uma história em quadrinhos que atuou como ilustração dessa análise interdisciplinar.

http://issuu.com/gfsantiago/docs/interdisciplinar

Em seguida à apresentação da história em quadrinhos para os alunos em sala, uma dinâmica de criação de histórias foi proposta. Seu objetivo era demonstrar a aplicação prática dos conceitos demonstrados e
revelados a partir do diálogo na arte sequencial.

Utilizando apenas um determinado número de recortes de personagens aleatório, os grupos foram encarregados de construir novas e breves histórias que fizessem uso dos recursos oferecidos. Quatro novas histórias foram apresentadas e todas elas fizeram referência a um ou mais conceitos dos autores. Em todas elas foi fácil identificar alguns dos passos da Jornada do Escrito (A chamada, a recusa, o mentor, o retorno com o elixir, a transformação).

Já em quatro grupos específicos, a questão existencial do caos e do drama temporal foi evidenciada pelo paralelo da história criada com a atual vivência acadêmica de autores. (dando nomes de itens acadêmicos aos personagens ou simplesmente fazendo um resumo da vida acadêmica).

Em um dos grupos, a criação de personagens em um universo fantástico onde o recurso da magia e da transformação exemplificou bem o significado do narrador como uma figura sagrada, quase como um Deus que cria seu próprio universo, mas sem deixar de utilizar a narrativa criada neste universo fantástico para passar a mensagem a quem escutava atentamente à história.

Grupo:

Arthur Protasio, Claudia Bolshaw, Gabriel Cruz, Liliana Gutiérrez

Referências:

  • BENJAMIN, Walter. O Narrador: considerações sobre a obra de Nikolai Leskov. In: Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura. 1936. São Paulo: Brasiliense, 1994
  • CAMPBELL, Joseph. O Herói de Mil Faces. São Paulo: Cultrix, 1992
  • LYOTARD, Jean-François. A Condição pós-moderna. 8 ed. Rio de Janeiro: Jose Olympio, 2004.
  • RICOUER, Paul. Tempo e narrativa (tomo I). São Paulo: Papirus, 1994.
  • Silveira, Nise.O Mundo das Imagens. Editora Ática. Rio de Janeiro, 1992.
  • VOGLER, Christopher. A Jornada do Escritor. Estruturas Míticas para Escritores. Rio de Janeiro. Nova Fronteira, 2006
 

Filme “Colcha de Retalhos”

Exercício V – Exibição e debate do filme “Colcha de Retalhos”

Título: Colcha de Retalhos
Título original: How to make an American Quilt
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 116 minutos
Ano de Lançamento: 1995
Elenco: Winona Rider, Anne Bancroft, Ellen Burstyn, Kate Nelligan entre outros.
Colcha de retalhos é um filme que conta a história da jovem Finn (Winona Rider), que se refugia na casa da avó para terminar de escrever uma tese, enquanto seu apartamento está sendo reformado. Confusa em relação à sua decisão de casar-se, a jovem Finn acaba participando da história de sete mulheres, mais velhas, com quem ela passa a conviver. Essas mulheres estão envolvidas na elaboração de uma colcha de retalhos, com a qual pretendem presenteá-la.
 

Exercício I, Escrevendo com Autores, Grupo B

A animação em questão demonstra a forma como o grupo encarou o diálogo existente entre os escritos de Bomfim e Zaia a fim de promover a constituição de um campo teórico do Design. O grupo inicialmente pensou em estabelecer esse diálogo a partir de uma ramificação de polos com o objetivo de atingir uma interseção. O texto de Zaia, “A teoria como hipótese”, representando o campo da educação e Bomfim, com “Sobre a possibilidade de uma teoria do design”, o design. A partir destes dois polos, elementos como “Teoria”, “Prática”, “Crítica”, “Fundamentos”, “Conhecimentos”, “Disciplinas” e se este seria um questionamento relativo a elementos específicos e determinados ou indeterminados “A ou UMA”.

Contudo, após muita deliberação, o grupo entendeu que o diálogo não precisaria se dar necessariamente desta forma. Em vez de entender os escritos como polos distintos com elementos em comum, incorporou-se a simplicidade organizacional empregada por Bomfim para promover o entendimento de que seria mais adequado falar de ciclos.  Assim, questões poderiam suscitar disciplinas e conhecimentos, que por sua vez poderiam estimular teorias e práticas, que por sua vez provocariam mais questões. Entende-se também que não existe um sentido obrigatório para este ciclo, mas que a comunicação entre todos estes elementos promova um determinado entendimento a partir do fim do ciclo.

Uma vez finalizado o ciclo, mais questões surgirão e, portanto, um novo ciclo se iniciaria despertando a comunicação com os outros elementos. Consequentemente, o diálogo entre Zaia e Bomfim, no que diz respeito ao design, é representado por uma estrutura helicoidal que não lida com polos opostos, mas um processo de comunicação entre diversos elementos multidisciplinares. Da mesma forma, assim se estruturou o trabalho do grupo: por meio de um processo.

GRUPO:

Arthur Protasio, Bianca Martins, Claudia Bolshaw, Gabriel Cruz, Liliana Gutiérrez.

REFERÊNCIAS:

BOMFIM, Gustavo. Sobre a possibilidade de uma teoria do design. In: Anais do P&D Design 94, 1994, pág. 15-22.

BRANDÃO, Zaia. A teoria como hipótese. In: Pesquisa em Educação: conversas com pós-graduandos. Rio de Janeiro: Ed. PUC-Rio: São Paulo: Loyola, 2002, pág. 61-72.

 

Exercício 2, Da leitura como produção de sentidos, Grupo B

O Design e O Ponto

As poesias “A Biblioteca e o Armarinho” e “A Biblioteca e o Design” foram criadas pelo grupo para promover um diálogo entre os textos dos autores Goulemot e Colasanti.

A primeira poesia visa apresentar uma leitura que discuta o conceito de “biblioteca” apresentado por Goulemot contraposto à noção de costura trabalhada enquanto suporte e conteúdo por Colasanti. No entanto, a segunda poesia busca explorar a polissêmia abordada por Goulemot e fazer uma relação direta por meio da substituição de referências à costura por referências ao design.

A verdadeira integração se dá, no entanto, quando ambos os textos não são exibidos isoladamente, mas de maneira sobreposta e costurada a fim de identificar a união de todos os conceitos abordados e o diálogo entre os autores originais. Sendo assim, o grupo optou pela representação dessa sobreposição por interédios de transparências apresentadas no retroprojetor. O resultado obtido se valeu do suporte e de conceitos chave como “biblioteca”, “polissêmia” e “fisiologia” para criar uma apresentação simultaneamente nostálgica e inovadora.

GRUPO B:  Arthur Protasio, Bianca Martins, Claudia Bolshaw, Gabriel Cruz, Liliana Gutiérrez

REFERÊNCIAS:

Colasanti, M. A moça tecelã. São Paulo: Global, 2004.

Goulemout, J. Da leitura como produção de sentidos. In: Chartier, R. Práticas da leitura. São Paulo: Estação Liberdade, 1996

 

Exercício I, Grupo C: Escrevendo com autores.

Este vídeo apresenta as aproximações tecidas pelo grupo entre os escritos de Gustavo Bomfim (Sobre a possibilidade de uma teoria do design) e Zaia Brandão (A teoria como hipótese). Na busca por possíveis relações claras e lógicas entre os conteúdos de ambos os textos, o grupo sintetizou as principais informações presentes em cada um dos artigos e desenvolveu esquemas visuais que, interligados, acabaram por configurar um vídeo, tendo em vista a dinamicidade dos conceitos e afirmações apresentadas.

Em uma breve descrição:

Para Bomfim, o tema de uma teoria do Design pode ser entendido como uma configuraçãoEsta configuração pode caracterizar-se enquanto atividade ou produtoEnquanto atividade, pode ser entendida através de noções sintáticas, semânticas e pragmáticas. Já enquanto produto, pode ser entendida através das relações entre objeto e designer, objeto e meio de produção e objeto e usuário. A teoria do Design pode ainda ser vista, contextualizada, através de diferentes áreas temáticas, como a Filosofia, a História e a Pedagogia. Tal ordenação propicia a construção de uma teoria do Design enquanto processo 1) indutivo: da práxis (micro) para a teoria (macro); ou 2) dedutivo: da teoria (macro) para a práxis (micro). Este esquema dialoga com a noção de Zaia Brandão de teoria enquanto hipótese pois, conforme a autora, sempre podemos investigar um problema a partir de uma nova perspectiva: novos problemasvolta aos clássicosnovas releiturasenfrentamentos de novas questõesavançosnovos problemasvolta aos clássicos e assim sucessivamente.

Atividade desenvolvida no dia 20/03/2012.

GRUPO:

Claudia Amaral, Fabiana Heinrich, Marco Lima, Sandro Lopes.

REFERÊNCIAS:

BOMFIM, Gustavo. Sobre a possibilidade de uma teoria do design. In: Anais do P&D Design 94, 1994, pág. 15-22.

BRANDÃO, Zaia. A teoria como hipótese. In: Pesquisa em Educação: conversas com pós-graduandos. Rio de Janeiro: Ed. PUC-Rio: São Paulo: Loyola, 2002, pág. 61-72.

APRESENTAÇÃO:

 

De onde vêm as boas ideias?

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