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Referências bibliográficas

Esta categoria contêm 11 postagens

A Arte de Argumentar – Gerenciando Razão e Emoção

Antônio Suárez Abreu

Atelie Editorial, 2001 – 136 páginas

É destinado a todos aqueles que desejam melhorar seu relacionamento profissional, aumentando criativamente sua capacidade para o trabalho em equipe e para a resolução de conflitos.

 

Estabelecendo a ponte: uma visão bakhtiniana de argumentação

O link referente a leitura complementar para a aula do dia 24 na temática argumentação é

http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2003/www/pdf/2003_NP01_farbiarz.pdf.

A leitura obrigatória é a seguinte:

Abreu, Antonio Suarez. A arte de argumentar: gerenciando razão e emoção. São Paulo, Ateliê Editorial, 2010.

Vocês encontram exemplares do livro na biblioteca da PUC.

 

Faça a coisa certa: o rigor da indisciplina

Luiz Eduardo Soares

Neste artigo, o autor propõe-se a realizar uma meta-reflexão sobre o tema da transdisciplinaridade, partindo da análise das vias epistemológica, soci­ológica, histórica e normativa como algumas das possibilidades de abordagem do problema.

Inicialmente, chama a atenção para a necessidade de discutir um conjunto de postulados subjacentes a esta questão da classificação das diferentes for­mas de abordagem da transdisciplinaridade. Para tal, descreve cada uma das vias acima citadas.

SOARES, L. E. “Faça a coisa certa: o rigor da indisciplina”. In: As Assim Chamadas Ciências Sociais. BOMENY, H. & BIRMAN, P. (org). Rio de Janeiro: Relume Dumara, 1991, p. 265-277.

 

Constructing a coherent cross-disciplinary body of theory about designing and designs: some philosophical issues

Terence Love

Esse artigo explora alguns dos problemas filosóficos associados com a construção de um corpo de conhecimento e teoria transdisciplinar unificada e coerente associada à projetação e projetos em design. O artigo identifica questões às quais se espera que um corpo de conhecimentos transdisciplinar se dirija. Ele descreve um critério geral para melhorar/enriquecer as definições de conceitos e teorias, fronteiras e contornos exteriores entre a pesquisa em design e outras disciplinas de nove áreas da teoria. O artigo se encerra propondo definições de conceitos centrais na pesquisa e elaboração de teorias relacionadas à projetação e projeto [de design], e desenha chama a atenção para as dificuldades políticas práticas em construir um corpo de conhecimento mais coerente nessa área.

LOVE, Terence. Constructing a Coherent Cross-Disciplinary Body of Theory about Designing and Designs: Some Philosophical Issues. In: International Journal of Design Studies, 2002, 23(3), 345-361. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1016/S0142-694X(01)00043-6

 

An Undisciplined Discipline: Design operating along the borders.

Lorenzo Imbesi

Como o Design parece ser uma atividade que produz conhecimento enquanto oferece interpretações da realidade, tendo por característica ser um mecanismo estratégico para transformação e inovação, o artigo é uma contribuição para o debate sobre esse tema. Para tal, o autor se propõe a realizar uma discussão baseada em alguns questionamentos, como por exemplo: enquanto apresenta algumas questões: está o design condenado a ser uma disciplina sem um corpo de conhecimentos próprio? Se nós pudéssemos considera-lo como uma estrutura aberta, qual seria o tipo de organização geométrica que daria conta de realizar conexões com outros campos? Quais são os novos cenários de Design e produção que se apresentam na era pós-industrial da sociedade do conhecimento? Quais são as diretrizes epistemológicas do campo do Design?

Trabalho apresentado no 9th EAD International Design Conference: The Endless End, organizada por The European Academy of Design, the University of Porto and ID+, Institute for Research in Design, Media and Culture, 2011. Sem referência de publicação.

 

A relação educação, ciência e interdisciplinaridade

Gildemarks Costa e Silva

O autor discute a relação entre educação, ciência e interdisciplinaridade. Mostra a  importância de configurar-se uma teoria pedagógica com poder de verdade diante de outras áreas do conhecimento humano, para, em seguida, passar em revista alguns autores que se fazem presentes no debate epistemológico do campo pedagógico. Após problematizar as diferentes posições de alguns autores, posiciona-se por uma perspectiva interdisciplinar para a educação, o que permitiria uma autonomia relativa do pedagógico.

SILVA, Gildemarks Costa. A relação educação, ciência e interdisciplinaridade. In: Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Brasília, v. 81, n. 199, p. 403-414, set/dez. 2000. Disponível em: http://rbep.inep.gov.br/index.php/RBEP/article/viewFile/129/129

 

A teoria como hitpótese

Zaia Brandão

O ensaio pretende desenvolver uma reflexão preliminar sobre a utilização da teoria no campo da educação, em um momento em que mudanças significativas, no campo científico, vêm questionando certa tradição de verdade, que tende à excessiva objetivação e cristalização dos resultados da investigação, científica.

BRANDÃO, Z. A teoria como hipótese. In: Pesquisa em Educação: conversas com pós-graduandos. Rio de Janeiro: Ed. PUC-Rio: São Paulo: Loyola, 2002, pág. 61-72.

 

Sobre a possibilidade de uma Teoria do Design

Gustavo Amarante Bomfim

O ensaio tem como objetivo contribuir para uma reflexão sobre a possibilidade de se constituir uma teoria do Design. Nesse texto, publicado em 1994 no primeiro Congresso P&D Design, defendeu a tese de que uma teoria do Design deveria ser, necessariamente, interdisciplinar e possibilitar a interação entre o fazer prático e o pensamento teórico. Apresentou como diretriz para a elaboração de seu instrumental metodológico, a combinação de elementos da teoria do conhecimento, da lógica e das teorias científicas das ciências clássicas.

BOMFIM, Gustavo. Sobre a possibilidade de uma teoria do design. In: Anais do P&D Design 94, 1994, pág. IV-21.

 

Estética da Criação Verbal

A figura de Mikhail Bakhtin aparece hoje como uma das mais fascinantes e enigmáticas da cultura européia de meados do século XX. De fato, é possível distinguir, como o faz Todorov na introdução, vários Bakhtin: depois da crítica do formalismo vignte, o Bakhtin fenomenólogo, autor de um primeiro livro sobre a relação entre o autor e seu herói; o Bakhtin sociólogo e marxista do final dos anos vinte que aparece nos complexos Problemas da Poética de Dostoievski; o Bakhtin dos anos trinta, marcados pelo Rabelais e pelas grandes explorações culturais no campo das festas populares, do carnaval, da história do riso, e o Bakhtin “sintético” dos últimos escritos.

Os textos reunidos neste volume provêm de três momentos importantes dessa rica carreira e permitem compreendê-la melhor. Iniciam com os extratos da sua primeira grande obra, descrição fenomenológica do ato de criação.
Texto escolhido: Os gêneros do discurso.
IN: BAKHTIN, M. M. Estetica da criação verbal. 5. ed. São Paulo: WMF, 2010. 512p. ISBN 9788578272609

 

Práticas da leitura

Roger Chartier

Estaçao Liberdade, 1998 – 268 páginas

Roger Chartier nos introduz uma seleção de textos cruciais para um país onde o estudo da leitura (ou da não leitura) e do livro, suas práticas e sua história são apenas incipientes. Os autores aqui reunidos percorrem os principais aspectos deste complexo tema, da leitura erudita e religiosa das elites encasteladas à popular e familiar, exercida precariamente e por poucos numa época em que ler representava status e ascensão social.

Texto escolhido: Goulemout, Jean Marie. Da produção de sentidos da leitura.